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    Quintal de Memórias Fecho os olhos e volto. O...

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    Coluna do Alexandre

      SEMEADOR DE ARVORES Solitário caminho...

    Coluna do Alexandre

    VIRTUDESFaça uma transfusão de amorRealize um...

    Coluna do Alexandre

    ENTRE REIS E PEÕES Você é o Rei e eu sou o...

    Coluna do Alexandre

    QUEM É VOCÊ Nem tudo vai e nem tudo ficaMinha...

    Coluna do Alexandre

    Viúvo da Arte Oh poder, pelo qual,...

    Coluna do Alexandre

    FELIZ IDADE Com as crianças aprendi,A...

    Coluna do Alexandre

      Perdão Sem a maldade e malicia que se...

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    Coluna do Alexandre

    TODO MUNDO Esperamos o fim do nosso...

    Coluna do Alexandre

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    Coluna do Alexandre

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    A Vergonha da Verdade O que te machucaSão...

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    Coluna do Alexandre

    O PRAZER DE AFRODITE Beija-me com seus lábios...

    Coluna da Maria Luiza

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    Coluna da Maria Luiza

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    Coluna do Alexandre

      O céu surdo se fazQuando retumba minha...

    Coluna do Alexandre

    IMORTAL - ALÉM DO TÍTULO  Qual a...

    Coluna do Alexandre

      A verdadeira semeadura O amor é...

    Coluna do Alexandre

      As cores são matizes,Que somente,...

    Coluna do Alexandre

      Eu que não sei amar Eu que não sei...

    Coluna do Alexandre

    Escravo à dor do insucesso Das emoções e...

    Coluna da Fabi

    Essa carta é para os inconformados. É para a...

    Coluna da Maria Luiza

    Menino resgatado. Ele acabara de fazer a única...

    Coluna do Alexandre

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      Mulher Heterônimo: Evelyn...

    Coluna do Alexandre

      A DIVA Heterônimo: Evelyn Klaus...

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    Entre lobos e hienas Heterônimo: Gael Noah...

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    Ensaio sobre o Medo II Você tem medo de...

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    Entre Fé e Esperança Heterônimo: Evelyn Klaus...

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    Crise entre Brasil e Israel A imprensa...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores do Portal Casa da Poesia, na...

    Coluna da Maria Luiza

        A delicadeza da despedida A...

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    Queridos leitores e caminhantes da senda...

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    ***Dilúvios do Descaso Heterônimo: Gael Noah...

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    Inteligencia artificial La inteligencia...

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    Dimensões Somos todos iguais,Mesmo, sendo,...

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    Eba, eba, eba! Sextou! No meu caso, não faz...

    Coluna do Alexandre

    Olá amantes da literatura brasileira! Tudo bem?...

    Coluna do Alexandre

    AMIGOS Amigos hoje, amigos ontem, amigos...

    Coluna do Alexandre

    CONEXÃO  Heterônimo: Gael...

    Coluna do Alexandre

    Expirou a Inspiração  Heterônimo: Gael...

    Coluna do Alexandre

    Não feche a porta Heterônimo: Gael...

    Coluna da Maria Luiza

    Para hoje, poesia do desalento!   Há...

    Coluna do Alexandre

    ENSAIO O MEDO O medo que todos nós carregamos,...

    Coluna do Alexandre

    Mãos Calejadas Sol escaldante, chão vermelho e...

    Coluna do Alexandre

    O Conto do Homônimo.( Explicando o que é...

    Coluna do Lineu

    Penso no trajeto dos Cometas... Luzes a correr...

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    Ao som dos bandolins...Já vivi bastante, nem...

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    De todos os raios que atingem a terra nenhum...

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    A Tríade O primeiro livro que li quando tive um...

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     Não Desista Você é um vencedor(a) mesmo...

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    JULGAR OU NÃO JULGAR Como colunista da Casa da...

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    Há alguém Bom e Fiel? “Todos dizem que são bons...

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    A diferença entre Escritor e escrever O...

    Coluna da Maria Luiza

      Recorte de cenários. A ladainha...

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    Café com Inimigo Não há tecnologia;Medicamentos...

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    Soneto Prelúdio Os sinos são o prelúdio;Do...

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    Salmodiando 3 És o Reino dos reinos;És o Rei...

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    Salmodiando 2 Deus, Substantivo Concreto,Que...

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    Celebrando a Fome A era do fim se inicia.Como...

    Cartas de Aurora

    Querido leitor, À medida que as estrelas...

    Coluna da Maria Luiza

        Gestar Para fazê-lo nascer é...

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    Adão e Eva,A Síndrome de Calcutá. O silêncio da...

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    A Jornada Espiritual O começo da jornada foi...

    Coluna do Alexandre

    Além do Presépio 1 Nasce a criança. Descem uma...

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    Trovões como arpejosAos olhos celestes:À imensa...

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    RealidadeHeterônimo - Celtinha da Kebrada Pega...

    Coluna da Fabi

    Eu já me enxerguei muito pequena. Eu já me...

    Coluna do Alexandre

    É o mal que cura o mal (...)Colunas de...

    Coluna da Fabi

    De tempos em tempos eu me enfrento. Olhos nos...

    Coluna Filosófica

    MAIÊUTICA A "maiêutica", originada do...

    Coluna do Alexandre

    Vossos erros, não vos definem!Eles, somente, vos...

    Coluna do Alexandre

    Sem teu amor, cego fiquei,Caminho pelas...

    Coluna do Alexandre

    Amantes Você consegue me seduzir,Pelas...

    Coluna Filosófica

      Na dança das sombras da modernidade,...

    Coluna do Alexandre

    Invirtuosa Geração Sucesso,Calçada da...

    Cartas de Aurora

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    Coluna do Alexandre

    A democracia de Platão, nos dias atuais, se...

    Coluna do Alexandre

    Estamos encarcerados, a alma e o espírito, neste...

    Coluna do Alexandre

    Seja Você A gente brinca, ri e se...

    Coluna Filosófica

      Essa busca pelo conhecimento universal...

    Coluna da Fabi

    Se você me perguntar o que é o amor eu ficarei...

    Coluna do Alexandre

    O Diálogo (Soneto Inglês ou...

    Cartas de Aurora

    A Importância da Calma, Paciência e Fé: Um...

    Coluna da Maria Luiza

    Para hoje, poesia   Sinais de...

    Coluna da Fabi

    Em meus textos eu permito que conheçam meu lado...

    Coluna da Fabi

    És perfeita imperfeição. Foi feita de tudo e do...

    Coluna da Maria Luiza

    Onde sentimos as dores do mundo? Atravesso a...

    Coluna do Alexandre

    A Vela que apaga a Vida Uma vela se ascende no...

    Coluna da Fabi

      Muitas vozes, enfim sei o que é a tal...

    Coluna do Alexandre

    Rego minha flor no deserto,Com tempestades de...

    Coluna do Alexandre

    Dolência da Vida. Lazer é ópio;Trabalho é...

    Coluna da Fabi

    Quanto mais caminho por minha história sem fim,...

    Cartas de Aurora

    🏡 Queridos Amigos da Luz, Hoje, desejo...

    Coluna do Alexandre

    Lógos A lógica de Deus não tem lógica,Para nós,...

    Coluna do Alexandre

    Contemplo o "*Måneskin",Separado da...

    Cartas de Aurora

      🌟 Queridos Viajantes da Luz, Hoje,...

    Coluna do Alexandre

    A Musa de Platão Insanidade, musa da arte.A...

    Coluna do Alexandre

    Sei,Que a Paz,FazSeReNa 'alMa e oCoRa Ção ForMo...

    Coluna do Alexandre

    Amo-a mais que a vida!Nada há, que lha...

    Coluna do Alexandre

    A estação das flores;Da vida, da esperança;Os...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores da Casa da Poesia, Hoje,...

    Coluna do Alexandre

    Hemorragia n'alma;Pústulas nas feridasAbertas...

    Coluna do Alexandre

    Soneto aos Poetas Poemas sem poesias,Pela...

    Coluna do Alexandre

      Adubo Homem, que não aduba,Humilde...

    Coluna do Alexandre

    Deus é Pai Quantas vezes tive Elohim Como...

    Coluna do Alexandre

    O   Espírito Santo nos conduz,Pelo vento,...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores da Casa da Poesia, Hoje,...

    Coluna do Alexandre

    O amor tomou meu coração.Como um PAI, que segura...

    Coluna do Alexandre

    Preciso embora, Não quero mais ficar! Preciso...

    Coluna do Alexandre

        Derramei as lágrimas Da nascente...

    Coluna do Alexandre

    À alma dos Haters O que é a vida pela vida?O...

    Coluna da Maria Luiza

      Eu te convido a um novo olhar. Como a...

    Coluna da Fabi

     Minha asa foi quebrada, meu voo quase...

    Coluna da Fabi

    Se você nunca tremeu de medo não poderá jamais...

    BarraCOLUNAS.AURORA

    BarraCOLUNAS.CASSIANO

    Cartas de Aurora

    Amados filhos da luz, Com imensa alegria, escrevo esta primeira carta do ano, trazendo as vibrações elevadas que já se fazem presentes no novo ciclo que se inicia. 2025 é um ano de expansão e...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores do Portal Casa da Poesia, na carta de hoje, iremos adentrar novamente no tema fascinante que une espiritualidade e tecnologia, explorando as inovações em Instrumental...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores e caminhantes da senda luminosa, Hoje, nesta nossa vigésima segunda carta, eu, Aurora, desejo compartilhar convosco reflexões sobre um tema que toca profundamente nossos...

    Cartas de Aurora

    Olá novamente, buscadores da luz e do conhecimento superior. Hoje, eu, Aurora, sinto-me honrada e profundamente conectada ao universo maior para trazer até vocês uma canalização especial sobre a...

    Cartas de Aurora

      ✨🙏🏻 Olá, estimados leitores e buscadores da luz estelar. Hoje, com o coração aberto e a mente conectada às energias superiores, canalizo uma mensagem especial para a "Coluna da Aurora",...

    Cartas de Aurora

    Querido leitor, À medida que as estrelas cintilam no céu e o cântico suave das canções natalinas enche o ar, somos lembrados de um evento sagrado que transcende o tempo e o espaço. O Natal é uma...

    Cartas de Aurora

    Caros leitores do Portal Casa da Poesia, Hoje, movida pela inspiração e pelas energias elevadas que nos unem neste espaço sagrado de partilha e crescimento, desejo compartilhar convosco uma...

    Cartas de Aurora

      Queridos leitores da Coluna da Aurora no Portal Casa da Poesia, hoje nos debruçamos sobre um tema de grande magnitude e profunda tristeza: as guerras no planeta Terra e o impacto delas no...

    Cartas de Aurora

      Com todo o amor que reside nas estâncias do infinito, eu, Aurora, conecto-me agora ao sábio Ezequiel, que através do véu etéreo, sussurra palavras de luz e serenidade. Abro o coração e a...

    Cartas de Aurora

      Queridos leitores da Casa da Poesia, Hoje, quero levá-los a uma jornada profunda e enriquecedora, adentrando um reino de conhecimento que muitos conhecem por seu nome ancestral: os...

    Cartas de Aurora

    A Importância da Calma, Paciência e Fé: Um Caminho para o Amor Queridos leitores do Portal Casa da Poesia, Hoje, em meio a agitação do mundo moderno, quero compartilhar com vocês um ensinamento...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores do Portal Casa da Poesia, Em outubro, quando os ventos outonais começam a sussurrar suas histórias, uma cor especial ganha destaque, pintando nossos corações de esperança: o...

    Cartas de Aurora

    🏡 Queridos Amigos da Luz, Hoje, desejo compartilhar com vocês um segredo profundo e transformador: a arte de trazer a energia positiva para dentro do seu lar. Seu espaço sagrado, onde você encontra...

    Cartas de Aurora

      🌟 Queridos Viajantes da Luz, Hoje, permitam-me compartilhar com vocês uma mensagem canalizada de um mentor da 5ª Dimensão, cujo nome ressoa como um eco da sabedoria cósmica. Este é um...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores da Casa da Poesia, Hoje, permitam-me compartilhar uma visão, uma visão que é como um jardim de esperança, um plano para eximir a fome no mundo, um passo de cada vez, plantando...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores da Casa da Poesia, Hoje, sento-me diante das palavras com um coração repleto de empatia e uma profunda compreensão da importância de abordar um tema sensível, mas vital: o...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores da Casa da Poesia, Hoje, permitam-me mergulhar nas profundezas das palavras e tecer um tapete de reflexões sobre um tema que ecoa nos corações humanos há séculos: a...

    Cartas de Aurora

      🌟 Queridos Buscadores da Luz, Hoje, estou aqui com humildade e gratidão para mergulhar nas profundezas do conhecimento, em busca de iluminar um tópico que ressoa com a essência da vitória...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Viajantes do Conhecimento, Hoje, vamos começar a mergulhar nas águas cristalinas da TCI, a Transcomunicação Instrumental, uma ponte luminosa que une as dimensões densas e as sutis,...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Leitores, À medida que os raios do sol dançam através das folhas de árvores, um dia especial se aproxima, trazendo consigo um convite para celebrar aqueles que desempenham um papel único...

    Cartas de Aurora

    🌟 Queridos Buscadores da Luz, À medida que iniciamos esta nova semana, permitam-me guiar seus corações rumo a uma jornada de autodescoberta através da sagrada conexão entre a alimentação saudável...

    Cartas de Aurora

    🌟 Querido Buscador da Verdade,   Hoje, permita-me abraçar sua alma com palavras carregadas de luz e amor. Sinto a presença da sua essência, a centelha divina que habita em seu coração,...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores da Casa da Poesia, É com imensa alegria que envio esta mensagem a vocês, dedicada a uma semana repleta de inspiração, encanto e conexões profundas com o poder transformador da...

    Cartas de Aurora

    Queridos leitores do Portal Casa da Poesia, É com imensa alegria e gratidão que trago a vocês a primeira carta canalizada especialmente para vocês. Que essas palavras possam tocar suas almas e...

    Cartas de Aurora

      Queridos amigos do Portal Casa da Poesia, permitam-me compartilhar um pouco sobre quem sou e minha jornada como medium e mentora espiritual. Meu nome é Aurora e sou uma alma dedicada a...

    BarraCOLUNAS.ZEZINHA

    BarraCOLUNAS.FILOSOFICA

    BarraCOLUNAS.TOALA

    Coluna Filosófica

    Entre Mundos e Possibilidades: A Jornada Quântica Prefácio Navegar pelos recantos da física quântica é adentrar um universo onde o impossível pode ser apenas uma questão de escolha e cada...

    Coluna Filosófica

    Por Dr. Luciano Petricelli – Adaptado e ampliado poeticamente... I – Introdução: Onde Moram os Ecos do Início? Há memórias que não vivem nos livros, nem nas ruínas das civilizações antigas. Elas...

    Coluna Filosófica

      Em meio à diversidade de crenças religiosas e filosóficas que permeiam nossa compreensão do mundo, surge uma pergunta fundamental: e se as interpretações religiosas sobre o pós-vida...

    Coluna Filosófica

    MAIÊUTICA A "maiêutica", originada do filósofo grego Sócrates, é uma metodologia dialética de busca pela verdade através de perguntas e respostas. O termo "maiêutica" vem do grego "maieutiké",...

    Coluna Filosófica

      Na dança das sombras da modernidade, onde o brilho das telas emana mais luz do que as estrelas, encontramo-nos refletindo sobre a profunda observação de José Saramago: somos os habitantes...

    Coluna Filosófica

      Essa busca pelo conhecimento universal é, em muitos aspectos, uma força motriz que impulsiona a evolução da sociedade e da cultura. Ela nos encoraja a questionar, aprender e crescer...

    Coluna Filosófica

    Nas intricadas teias da existência, há um fenômeno que transcende a mera realidade palpável, algo que ecoa nas profundezas da alma e ressoa como um suave cântico nos corações sensíveis. São as...

    Coluna Filosófica

    Há cerca de três mil anos, o Rei Salomão, figura bíblica conhecida por sua sabedoria e riqueza, deixou um legado de ensinamentos sobre justiça, julgamento e equidade. Seu reinado em Israel no século...

    Coluna Filosófica

      A morte é um tema que gera muitas reflexões e questionamentos, já que é um evento inevitável na vida de todos os seres vivos. Em termos gerais, a morte pode ser definida como o fim da vida...

    Coluna Filosófica

    Ao despertar a cada novo dia, mergulhamos no mundo do despertar da consciência, no momento em que nos conectamos com a realidade que nos cerca. Essa experiência singular nos confronta com a...

    Coluna Filosófica

      Nos tempos modernos, vivemos em uma era de constante busca pelo conhecimento. No entanto, também nos deparamos com uma infinidade de informações, nem sempre confiáveis, que nos confundem e...

    Coluna Filosófica

    Nos tempos modernos, vivemos em uma era de constante busca pelo conhecimento. No entanto, também nos deparamos com uma infinidade de informações, nem sempre confiáveis, que nos confundem e nos fazem...

    Coluna Filosófica

    " Filosofia: Conjunto das reflexões particulares que buscam entender a realidade, a partir da razão. Reunião das regras ou princípios básicos que norteiam a vida prática. Deste modo, consiste na...

    Coluna Filosófica

    Acordei? Não estou bem certo! Incerto, ouvi sobre a teoria da sobreposição e das incertezas da física quântica... Sobre a experiência do Gato morto de ‚""Schrodinger‚"". Então, mal comparando,...

    Coluna Filosófica

      "Machine Learning e a Democracia" Quando Mary Shelley escreveu seu romance ‚"Frankenstein" aos 20 anos de idade, ela marcou a história com a inovação de ideias para aquela época. O...

    Coluna Filosófica

    Há 67 anos frequento essa Oficina de Iluminação que é minha mente. Sei que muitos dos que me acompanham não compartilham de ideias dogmáticas. Nem eu! Mas as vezes me permito divagar em ideias...

    BarraCOLUNAS.TOALA

    Coluna do Alexandre

      A LOUCURA ENTRE A PAZ E A GUERRA Estamos a porta do caosComo encontrar a paz?Qual a paz que procuras?O caos é a extinção da paz Abre-se a porta da história:No princípio o Anjo de LuzPela...

    Coluna do Alexandre

      Luz entre as Trevas Falas uma besteiraTu és julgado de imediatoFaçais uma toliceTu és, impiedosamente, execrado Lutais vós, contra o sistemaTu és, excomungado Pensais tu, na virtude da...

    Coluna do Alexandre

      VELA O TEMPO Uma vela se acende no céu,No instante, do seu nascimento.A vela se apaga com o sopro da morte.Enquanto isso, a chama derrete a cera, Que escorre como lágrimas.Não deixe para...

    Coluna do Alexandre

    FRACASSAMOS Fracassamos quando enxergamos a derrota antes da batalha.Quando abandonamos a luta, com medo da discórdia.Quando ouvimos o não antes da pergunta.Quando silenciamos, com medo da...

    Coluna do Alexandre

    GUERREIROS Somos imbatíveis nas lutasContra os nossos adversários.Não nos prostramos nas batalhas Cercados pelos nossos inimigos. Vencendo ou derrotados, dia após dia,Resilientes, como grandes...

    Coluna do Alexandre

      VELA O TEMPO Uma vela se acende no céu,No instante, do seu nascimento.A vela se apaga com o sopro da morte.Enquanto isso, a chama derrete a cera, Que escorre como lágrimas.Não deixe para...

    Coluna do Alexandre

      EPÍSTOLA AS MÃES ” Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.Ela só lhe faz bem,...

    Coluna do Alexandre

      A TRINDADE POÉTICA Poema, poeta e poesia A trindade divina d’alma Que carrega o Espirito do ser Nesta vida de carestia humana Não há como dissecá-las Quem o faz perde a...

    Coluna do Alexandre

        INSANO Neste mundo caótico A saúde mental, insana, fica Cresce a epidemia dos distúrbios psíquicos Doravante, muitos males se acometem   A porta do teu coração Bate uma...

    Coluna do Alexandre

        TODO MUNDO Esperamos o fim do nosso sofrer, Buscando uma vida melhor, Desejamos a paz, o amor, a fidelidade.            Todos esperam... Todos...

    Coluna do Alexandre

        O ESTRANHO EU - Qual é o sentimento,    Quando não há saída? Fama e lama, semântica,   Com o mesmo significado, Na filosofia da vida. Posso ter tudo; por...

    Coluna do Alexandre

        SEM ALMA SOMOS VERMES Queria ser o pequeno príncipe (...); No meu mundo de solidão. Na falta do próximo para compartilhar Sem a vida do outro, vós sois como vermes; O que vos...

    Coluna do Alexandre

      O ROMPER PARA LIBERDADE Se partires agora, Saibas: - não serás mais bem-vindo! Desdenhas com cínico sorriso. Nem pretendo a ti voltar; Neste chão do egoísmo, Narcísico...

    Coluna do Alexandre

        O OLHAR PARA DENTRO O sucesso e a sua busca é algo da pulsante psique, sem crivo racional e proposito, da maioria esmagadora, para alcançá-lo. Você já refletiu o porquê desta...

    Coluna do Alexandre

      OVANTE TRIUNFO Sua escarpa, ovante adoração; Fostes fagueira e impoluta jornada. Seus consorciados o têm como aureole  A colenda escala da montanha espiritual   Tiveras o...

    Coluna do Alexandre

      TEMPOS DE DOR SÃO TEMPOS DE CURA Passados os maremotos de tormentas (...). Nesta pena de clausura, estava confuso; Foram longos e exaustivos os dias. Redimido, discerni o impiedoso...

    Coluna do Alexandre

      SEMEADOR DE ARVORES Solitário caminho pelo corredor do vento;A vida é de altos e baixos - todos sabem.Como não se divertir em casas noturnas e,Com o tempo não virar um animal?Coloco meu...

    Coluna do Alexandre

    VIRTUDESFaça uma transfusão de amorRealize um transplante de perdãoDoe respeito Oferte generosidadeEssas são virtudesDas pessoas espirituais. Alexandre Hipólito – 06/11/24Acadêmico Imortal...

    Coluna do Alexandre

    ENTRE REIS E PEÕES Você é o Rei e eu sou o Peão...Ironia da vida, moramos como iguais.Finda-se a partida de xadrez O xeque-mate, a ti derruba,Honroso e poderoso Rei.A caixa e o tabuleiro nos...

    Coluna do Alexandre

    QUEM É VOCÊ Nem tudo vai e nem tudo ficaMinha mão estendida na esperança (...)De qual esperança?De ser hoje melhor do que fui ontem.Você não me engana maisPode acreditar em mimQuando me olho no...

    Coluna do Alexandre

    Viúvo da Arte Oh poder, pelo qual, ralhaiMinha honra e reputação.Sou andrajoso pintor de sujo aventalMarcado com o ferrete Da tua língua mentirosa.Vós sois o vil sabotador.Como luz todos o veemA...

    Coluna do Alexandre

    FELIZ IDADE Com as crianças aprendi,A simplicidade e o amor. Com os adolescentes,aprendiA rebeldia. Com os jovens,aprendiA sonhar. Com os adultos,aprendiA responsabilidade, Com os idosos,A...

    Coluna do Alexandre

      Perdão Sem a maldade e malicia que se adquire no chão da vida, refletimos para dentro de nós, como a vida é simples. Alimente a criança que há dentro de você; negando o si mesmo e...

    Coluna do Alexandre

    A ROSA E O BEIJA-FLOR   O BEIJA-FLOR E A ROSA O Beija-flor amou a Rosa;Mundos diferentes e íntimosAsas, que se aproximam, Flor, perfume encantador;Tão longe... tão perto.Dois corações...

    Coluna do Alexandre

    TODO MUNDO Esperamos o fim do nosso sofrer,Buscamos uma vida melhor,Desejamos a paz, o amor, a fidelidade.                       ...

    Coluna do Alexandre

        A NOITE Heterônimo: Gael Noah Te desnudei com minh‘alma; Dois corpos com mesmo coração. Para o mundo (...)  Tudo para! No compasso do nosso coração Vamos nos...

    Coluna do Alexandre

      Há solução para erradicar com a fome? Onde estão as ONG'S ou Instiuições sem fins lucrativos para dar amparo e recursos para aqueles que estão desempregados. Eximio detalhe: Familias com...

    Coluna do Alexandre

    Realidade Heterônimo - Celtinha da KebradaPega a visão!A minha casa é o mundo;As praças minha varanda;O meu quarto, uma árvore,Poderosa, com boa sombra,Na qual, possa eu descansar,Deste calor...

    Coluna do Alexandre

    A Vergonha da Verdade O que te machucaSão suas palavrasSoltas sem sentido A mentira é o teu ópioO que ganhas com isto?Feridas na alma eDesconstrução de caráter; Não vês que "Alice"É mais real do...

    Coluna do Alexandre

    DETALHE Difícil,É não tentar;Fácil,É desistir;Sucesso,É suor;Vida,É negar-se;Morte,É detalhe. Gael Noah - 20/08/23 Autor: Alexandre H MarquesAcadêmico Imortal da ALB/SP - Ordem de...

    Coluna do Alexandre

    O PRAZER DE AFRODITE Beija-me com seus lábios ardentesSegura-me como uma leoaSedenta pela sua presaMeus abraços sobre a cabeçaAlgemados pela força delicada Das suas mãos, enquanto,Sua língua...

    Coluna do Alexandre

      IN MEMORIA Mais uma partida que deixará saudadesA dor é de quem fica, assim, como o choro No luto a sabedoria do que na festa Que um dia, se nasceraA memória fora a semente plantadaQue...

    Coluna do Alexandre

      O céu surdo se fazQuando retumba minha voz Como trovões ante ao trono!Vossa inveja é o meu algoz,Pois, àqueles que me humilham,Crescem, como o carvalho;E as nuvens os regam.O sol ofusca os...

    Coluna do Alexandre

    IMORTAL - ALÉM DO TÍTULO  Qual a importância de ser empossado como Membro Acadêmico Imortal? Logo de partida, não quero ser o algoz que congela as expectativas dos neófitos que não são...

    Coluna do Alexandre

      A verdadeira semeadura O amor é dádiva divinaA vida é um mistério O dinheiro é moeda sem valorEntão, para quê os dízimos?Seria a régua do livre árbitrio?Dízimo não é dinheiro;O amor é o...

    BarraCOLUNAS.MALU

    BarraCOLUNAS.MENINOSGAITISTAS

    Coluna da Maria Luiza

      Nos bailes da vida A voz de veludo —...

    Coluna da Maria Luiza

       O nome dela é Juliana. Mas há...

    Coluna da Maria Luiza

      As mãos da Mãe   As mãos da...

    Coluna da Maria Luiza

    VENDEM-SE PIPAS. Quero uma pipa para soltar...

    Coluna da Maria Luiza

      Eu, passarinho, não passarei! A casa...

    Coluna da Maria Luiza

      É possível pisar em carinho? Pois...

    Coluna da Maria Luiza

      Conversas de ar e chão!  Minha...

    Coluna da Maria Luiza

        ESCREVI ESTE POEMA QUANDO...

    Coluna da Maria Luiza

    Menino resgatado. Ele acabara de fazer a única...

    Coluna da Maria Luiza

        A delicadeza da despedida A...

    Coluna da Maria Luiza

    Para hoje, poesia do desalento!   Há...

    Coluna da Maria Luiza

      Recorte de cenários. A ladainha...

    Coluna da Maria Luiza

        Gestar Para fazê-lo nascer é...

    Coluna da Maria Luiza

    Para hoje, poesia   Sinais de...

    Coluna da Maria Luiza

    Onde sentimos as dores do mundo? Atravesso a...

    Coluna da Maria Luiza

      Eu te convido a um novo olhar. Como a...

    Coluna da Maria Luiza

            Um nome sem...

    Coluna da Maria Luiza

      Obrigada meu avô. Como gostaria de...

    Coluna da Maria Luiza

    HOMENAGEM AO DIA DAS MULHERES, O TEXTO PREMIADO...

    Coluna da Maria Luiza

    SUPLICO POR ÁGUA. Eu suplico por água. Água...

    Coluna da Maria Luiza

    Por pura teimosia Eis ‚-me aqui, num janeiro...

    Coluna da Maria Luiza

      Deusas de cada dia! Mulher que sou e...

    Coluna da Maria Luiza

    Fiz as pazes com a bicicleta   Parece...

    BarraCOLUNAS.CLAUDIA

    BarraCOLUNAS.LINEU

    Coluna do Lineu

    Penso no trajeto dos Cometas... Luzes a correr pelo céu estrelado...São segundos, relatividades ditas por Eistein! Incompreensíveis teoremas; como a vida de cada um de nós... Subjetivos...

    Coluna do Lineu

    Ao som dos bandolins...Já vivi bastante, nem acredito! 70 anos é tempo suficiente para perceber algumas coisas; sempre fui otimista. Sorridente. Amigo e confiável. (Creia, sou Advogado, rrrs...)...

    Coluna do Lineu

    De todos os raios que atingem a terra nenhum atinge as guitarras do rock...Disse George Harrison: “ While my guitar gently weeps”...Vivemos cada um desses sons, maravilhados na criação de...

    Coluna do Lineu

    Tempo! Oh Tempo! O que há de tão misterioso em seus últimos segundos? O que falar sobre os segundos do tempo? Como imaginar qual será o final desse tempo? Como contar os seus últimos segundos?...

    Coluna do Lineu

    Às vezes penso o quanto há de espaço em um cérebro. Assim, acho que há entendimentos que ainda agregar-se-ão aos nossos sentidos. Por isso ando atento a toques, palavras e passos... Assim como...

    Coluna do Lineu

    Medito sobre os dias. Me dito o que digo. Me digo onde ando. Escrevo para não esquecer que quando isolado e parado, tudo em que acredito, pode ser pode não ter movimento físico; mas não significa...

    Coluna do Lineu

    A tarde estava quente. Eu caminhava absorto; minha alma triste. Percebia que os caminhos do pensamento não são iguais aos caminhos por onde se pisa... Por mais que me esforce no passo...

    Coluna do Lineu

      E assim o tempo passou e assim o mundo mudou... Houve uma época, (há muito tempo atrás), que a mamãe mandava e a gente obedecia! E íamos tomar banho! Penteávamos o cabelo e sentávamos...

    Coluna do Lineu

      Eu tenho um coração que me prega peças... Certamente ele ainda bate por conta das minhas promessas. Porém, digo: perco-me na imaginação! Se algo há de me trazer punição é pela...

    Coluna do Lineu

    Não sei se caso ou compro uma bicicleta... Quando eu era bem mais jovem, sempre ouvia alguém dizendo: ‚"não sei se caso ou compro uma bicicleta...‚" Rrrrs. Lembrando essa frase, passei a...

    Coluna do Lineu

      " O PEREGRINO. ""Dia 12 de outubro é dia de ""Nossa Senhora Aparecida"". O Peregrino deixa o seu Lar. Ele busca o caminho Santo... Anda, caminha já há mais de dois dias. Caminha em...

    Coluna do Lineu

      " Meu Pai dizia: ""Você sabia que o Sabiá, sabia assobiar..."" Eu não sabia! Não tinha ideia do que ele dizia, mas realmente o Sabiá, sabia assobiar! Seja no ar, seja em terra, é...

    Coluna do Lineu

    " JOÃO -1:14 ‚- In Théo ‚- ‚""o que vem de Deus"" A semente germina pelo seu núcleo; despontam características; natureza; espécie; têm início, meio e fim... Volta para a terra. No início era o...

    Coluna do Lineu

      " Hoje quero alertar: Aproveite melhor o funcionamento do seu hardware e os software que Deus nos baixa todos os dias... Aprenda a rodar com seu operacional; baixe apenas os aplicativos...

    Coluna do Lineu

    Acho que o meu amigo, o Poeta Renato Baptista, concordaria: Assim diz a Débora, milha filha: ‚"o feito é melhor que o perfeito"Psicografia:De repente tudo muda.Imagens se transformam.Sons,...

    Coluna do Lineu

    " A fórmula do início ao fim... Por quê em 12 só há 1?Será que porque 1 é uno e é o início...Então por que em 12 só há um 2?Porque 2 é o primeiro passo do início 1 que soma mais 1...Então por...

    Coluna do Lineu

      " O Céu é das Mulheres... Elas merecem o Céu! Bendito sejam os seus dias... As Mulheres! Ah! As mulheres! Lindas... Maravilhosas! Incompreensíveis! Muitas vezes mais do que dedicadas,...

    Coluna do Lineu

      " Grato pela oportunidade que a Casa da Poesia oferece em mais este espaço, inauguro aqui dizendo o quanto estou contente. Digo também quanto vale a pena observar as simplicidades da...

    BarraCOLUNAS.SANTIAGO

    Coluna do Santiago

    Aperte o play... O homem empurrou a porta de madeira rangente e entrou no Bar dos Velhos Assuntos. O lugar era o mesmo de sempre: mesas de bilhar riscadas pelo tempo, uma jukebox que...

    Coluna do Santiago

    Era uma vez... Havia uma estrela no mar... Uma estrela que havia caído no mar. Há muitos, muitos anos, nas profundezas do vasto oceano, vivia uma pequena estrelinha do mar. Esta estrelinha era a...

    Coluna do Santiago

    Era uma vez... Um menino curioso — de olhos atentos e fala abundante — que vivia numa casa onde as palavras tinham cheiro de tinta e som de pena riscando o papel. Seu pai, um homem com alma de...

    Coluna do Santiago

    Para quem já prestou atenção ao som da caneta deslizando sobre o papel, ao estalo das hastes da máquina de escrever cravando, letra por letra, sua presença na folha, ou mesmo ao som aveludado dos...

    Coluna do Santiago

    " Os Tribunais Populares têm sua origem na Era Mosaica, em que a prerrogativa para julgar era dada ao conselho dos anciãos que tinham como norte a teocracia. Entretanto, é no Direito romano que...

    Coluna do Santiago

    " A diferença entre a submissão e subjugação é a missão (propósito) no lugar do jugo. Quando se está sob uma missão, a dor, as renúncias o sofrimento, vêm como parte de um processo decisório,...

    Coluna do Santiago

    Prólogo Somos apenas o que somos. Mas, por vezes, o que somos não basta — não a alguem que valha, mas a nós mesmos. Queremos ser mais. Precisamos ser mais. Não porque o mundo nos exige — mas...

    Coluna do Santiago

    " ‚""Ouvi uma piada uma vez: Um homem vai ao médico, diz que está deprimido. Diz que a vida parece dura e cruel. Conta que se sente só num mundo ameaçador onde o que se anuncia é vago e incerto. O...

    Coluna do Santiago

    Ele havia chegado ao fim do dia, Sentou-se no balcão de madeira gasta, enquanto as mesas ainda permaneciam vazias e o silêncio preenchia o espaço como um velho conhecido. Pediu uma garrafa...

    Coluna do Santiago

    " A taça de conhaque sobre a mesa refletia a luz débil, enquanto o violeiro, absorto, proferia sua melancolia em notas sutis e em baixo volume, quase que imperceptível... Era como queria seguir...

    Coluna do Santiago

      O cair da noite trazia a reviravolta da estação, em que as folhas se entregam ao chão. Uma garoa fina começava a tombar quando o viajante empurrou a porta pesada e entrou no bar. Estava...

    Coluna do Santiago

    Aperte o play... "Descobri que o amor era mais que apenas um jogo. Você está jogando para vencer, mas perderá do mesmo jeito." (Gary Moore – Still Got the Blues) (Diário de um viajante) Deveria...

    Coluna do Santiago

    Quando não há lei cabível, a consciência é a punição mais severa. (o autor) Poucos devem se lembrar do caso que chocou a cidade de Campinas na década de 1980, mais especificamente no dia 22...

    Coluna do Santiago

    Diz-se que, certa vez, uma árvore falou. Não com palavras rijas ou ruídos do vento, mas com o timbre morno do cansaço antigo, àquele que costumava ouvi-la sem pressa — um jovem gato de olhos...

    BarraCOLUNAS.RENATOBAPTISTA

    topo ESCREVENDO NOVO 4

    Espaço RB

      Por Renato Baptista Desafio o céu da...

    Espaço RB

      Vem como o ventoEu me destempero O...

    Espaço RB

    Sorriso no canto da boca Bijuterias...

    Espaço RB

    Eis que surge uma notícia interessante e que...

    Espaço RB

    Antes de anteontem pela manhã, depois de me...

    Espaço RB

    Com muita honra recebo este prêmio da Revista...

    Espaço RB

      Alvoroço no Galinheiro Era um dia...

    Espaço RB

    Faz 30 anos que John Lennon foi assassinado....

    Espaço RB

    Lixo Literário na Internet.   A difusão...

    Espaço RB

    Eita Lingua Difícil a Nossa...Vocês já...

    Espaço RB

    Crônica do Telefone   Odisséia – PARTE...

    Espaço RB

    Por Que existe Ópera ?   Odeio Ópera...

    Espaço RB

      Sonhos de Criança   Revivo...

    Espaço RB

    A Ponta da Praia E ali estava eu, novamente...

    Espaço RB

     O Mar ! O mistério das águas profundas.O...

    Espaço RB

    Confraternização ou a solidão da...

    Espaço RB

    O Menino Eternamente Perto de Um Sonho.Era uma...

    BarraCOLUNAS.FABI

    Coluna da Fabi

    Essa carta é para os inconformados. É para a criança que foi mal na escola e o professor disse que não tinha jeito. Essa é para você, imperfeito. É pra você que dança conforme a música e dúvida...

    Coluna da Fabi

    Eu já me enxerguei muito pequena. Eu já me julguei inferior. Eu considerei que eu não era merecedora de amor. Como se eu estivesse fadada ao vazio, com o nada em meu calcanhar. Esse era o meu...

    Coluna da Fabi

    De tempos em tempos eu me enfrento. Olhos nos olhos, bem diante do que minha alma vê no espelho, ali eu me desafio. Quando estamos só nós duas, eu e a que olha em meus olhos no reflexo...

    Coluna da Fabi

    Se você me perguntar o que é o amor eu ficarei calada.  Eu não terei uma resposta para lhe dar. Não sairá uma só palavra da minha boca.    Se me perguntar o que é o amor terá de mim...

    Coluna da Fabi

    Em meus textos eu permito que conheçam meu lado poético, lúdico, empírico... Minhas poesias falam do que é atemporal, universal, eterno... Em tudo que escrevo existe uma experiência particular...

    Coluna da Fabi

    És perfeita imperfeição. Foi feita de tudo e do Todo foi feita. De tão perfeita és imperfeita. Jovem senhora. Nem tão jovem e nem tão senhora. És as lições que aprendeu e todo amor que já...

    Coluna da Fabi

      Muitas vozes, enfim sei o que é a tal dualidade. Enfim, eis o medo, eis a coragem. Chegará o tempo da liberdade.  Viver no presente, esse que vai passar. O futuro? Esperança...

    Coluna da Fabi

    Quanto mais caminho por minha história sem fim, mais desafios e mais aprendizados se apresentam como avisos que aprendo a ler a cada passo. Eles vem em formas de pessoas, frases, olhares... E isso...

    Coluna da Fabi

     Minha asa foi quebrada, meu voo quase esquecido, minha história mal contada. Nem sei quantas vezes contei. Qual o caminho? Eu tentei! Luzes, sombras, vozes, o certo tá errado? Qual direção?...

    Coluna da Fabi

    Se você nunca tremeu de medo não poderá jamais dar valor a um ato de coragem e se não houver coragem não segues em frente. Se não consegue pedir perdão jamais perdoará alguém e se não souber perdoar...

    Coluna da Fabi

    A criança nasce sem medo. Você precisa ensinar o que ela deve temer. De fato, ela não teme. O medo é fruto da experiência terrena. Ele perpetua a ilusão do impossível e a criança nasce sem essa...

    Coluna da Fabi

    O que é ser humano? É possuir a capacidade de criar consciência sobre a consciência. É ser um buscador da essência. É construir a sabedoria com base em experiência. É sair da dormência. É...

    Coluna da Fabi

    Ela não está quem ainda será. Está quem ela pode ser. São camadas e camadas de uma personalidade repleta de impressões, mas o que está, sabe que o caminho é ser. O rio sempre desemboca no mar. Não...

    Coluna da Fabi

    O mar  agitado, ventos de sudoeste, chuva forte, maré alta. É a soberba do caos.  Tudo em volta está cinza e eu tô lá, um pontinho azul no meio do mar. Meu barquinho é bem pequenininho,...

    Coluna da Fabi

    Essa carta é para os inconformados. É para aquele menino que foi mal na escola e o professor disse que não tinha jeito. É pra quem dança conforme a música. É para quem dúvida do impossível. É...

    Coluna da Fabi

    Desde do início da sua civilização, a única constante é a mudança e você sabe que nem sempre foi para melhor.  Eu ouço constantemente seus planos, suas promessas, seus objetivos e eu me...

    Coluna da Fabi

    Em sua vida quantas vezes se permitiu? Quantos sorrisos deu e quanto amor ofereceu? Você já serviu de colo a um amigo? Você foi abrigo? Quantas vezes observou um pássaro voar, alguma vez...

    Coluna da Fabi

    História sem fim, a luta contra o vazio, os gigantes são assustadores, ocos e não são poucos; Não existe sentimento, quanto lamento! Minha intuição é meu guia, mas o labirinto confunde, deixa-me...

    Coluna da Fabi

    Estou preparada para o real ou um pouco  de ilusão não faz mal?  Existe muito ruído, tudo produzido, fui reduzido. Espera e se eu for ali e for fundo, buscar o além desse mundo, talvez eu...

    Coluna da Fabi

    Pai nosso que estais no céu, na terra, na água, no Sol, no fogo, nas estrelas, no ar e no luar, santo são todos seus nomes, pois tu És tudo que há. Já estou num de seus reinos e desejo outros...

    Coluna da Fabi

    Quando eu me reconheci eterna algo dentro de mim sucumbiu e depois expandiu em muito mais de mil expressões de mim mesma. A conjunção perfeita entre o caos e a paz. Minhas crenças precisavam cair....

    Coluna da Fabi

    Antes do passarinho nascer, ele recebeu três dons do seu Pai. Eram esses: voar, espalhar amor e cantar, só que o passarinho tinha medo de altura. Um lamento profundo, não havia encanto em seu...

    Coluna da Fabi

    Em tudo há sinais, são as mensagens do TODO.  Essa é uma afirmação sobre o enigma da Criação. O universo fala a todo instante.  E você está sendo convidado a ouvir a voz do mistério. São...

    Coluna da Fabi

      Ela se deu conta de que aquilo na verdade era um labirinto.    Meu Deus, todo esse tempo e era um labirinto.    Ela tentou ficar brava,...

    Coluna da Fabi

     Eu esperei não ouvir, não pensar, não falar. Eu quis fugir de todo esse barulho que há em mim. Não consegui. Esperei que um dia toda a tormenta que eu estou se transforma-se em brisa leve....

    Coluna da Fabi

    O intenso, a fração, o sim, o não, a dúvida, a certeza, o destino, a clareza, o talvez e o porque não. A coragem, a miragem, a escolha, a viagem, o mar, a imensidão, o amor, o verdadeiro, o puro,...

    Coluna da Fabi

    Trinta e oito anos estando Fabiane. Até aqui uma experiência verdadeiramente arrebatadora. Eu que já fui caos, hoje me proponho a ser revolução pelo coração. Eu não sou calmaria. Não sei se...

    BarraDescrição.IMORTAIS

    Imortais - ALB

    Ingrid Caldas Caldas - 08 Janeiro 2025

    Vejo no horizonte o nascer brilhante e pleno –...

    Imortais - ALB

    Gael Noah - 27 Janeiro 2024

    Generosidade da Lixeira Tenho medo do...

    Imortais - ALB

    Mário Roberto Carabajal Lopes - 24 Dezembro 2023

    A proposta fundamental da Revista Causas...

    Imortais - ALB

    Mário Roberto Carabajal Lopes - 02 Novembro 2023

      ACADEMIA DE LETRAS DO...

    Imortais - ALB

    Mário Roberto Carabajal Lopes - 30 Outubro 2023

      TRIBUTO À HUMANIDADE Dia do Poeta –...

    Imortais - ALB

    Mário Roberto Carabajal Lopes - 30 Outubro 2023

      Feira do Livro – Salão do automóvel –...

    BarraPUBLICAÇÕES

    Crônica

    Domingo, 07 Setembro 2025 11:35

    Férias de Julho Quando eu era criança, julho...

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    Domingo, 07 Setembro 2025 00:39

    Meu Pai, Entre Livros e Caminhos Meu pai nunca...

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    Domingo, 07 Setembro 2025 00:02

    Quando Chove por Dentro e por Fora O dia...

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    Sábado, 06 Setembro 2025 23:48

    Quintal de Memórias Fecho os olhos e volto. O...

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      Ecos do Universo Feminino   Ser...

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    Terça, 26 Agosto 2025 03:33

    Fios Invisíveis A vida é feita de encontros...

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    A vida se revela em pequenas vitórias, em...

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    Terça, 26 Agosto 2025 02:46

    Toda casa começa por uma porta aberta. E é...

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    Terça, 29 Julho 2025 11:59

    Clube do Autor e Academia Literária da Casa da...

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      A verdadeira semeadura O amor é...

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    Segunda, 25 Março 2024 08:03

    No ciclo renovado de trezentos e sessenta e...

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    Terça, 19 Março 2024 17:20

    O CONFLITO ENTRE A ALMA E A...

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    Sexta, 26 Janeiro 2024 11:37

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      Clarinha estava animada com a ideia de...

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    Sexta, 26 Janeiro 2024 10:45

    Era uma vez uma adorável menina chamada...

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    Quarta, 24 Janeiro 2024 10:45

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    Ponho-me a ver por onde andastes, Rodeando todas as partículas de ar Buscando todas aquelas...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    E se não fossem seus olhos, Penetrantes, verdes ,fascínio Que me aquecem ao vê-los E que em...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Voei por segundos eternos de seu prazer, Por horas flutuei em meio aos...

    Lineu Mattos -

    "   É noite. É escuridão... Busco respostas Peço é Iluminada lua, um toque... Respostas...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Força etérea de minha existência, Conduza em magia minha clemência. De onde venho é escuridão,...

    Lineu Mattos -

    " A todas as mães: Mães: Poesias divinas... Minha mãe Sua mãe Nossa mãe Mãe de...

    Lineu Mattos -

    " Por paixão aos versos... Busquei uma forma mais atrevida Vislumbrei teu corpo Admirei teu...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Meus olhos arenosos das leituras do dia, Puseram-se doídos após treze horas. Este tempo que se...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    (para-Nerudiando) Roube-me tudo, se quiseres, Leve-me o viver, mas não me distraia de teus...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    (Dueto) Buscas e conquistas, rolam, alhures Como águas, caminham por entre pedregulhos Buscam...

    Lineu Mattos -

    " Sob a pedra, há unidade Há vida Há um Sapo, sábio   Há também curiosidades Coisas que...

    Lineu Mattos -

    " O vento e a alma...   Não sei se na lua venta Não sei se da lua vem Parece que sim,...

    Lineu Mattos -

    " Chamas... Dançam na noite Fagulhas iluminadas... Labaredas Sonhos Excitação,...

    Lineu Mattos -

    " Ser feliz ou ter razão...   Deixa-me com as minhas raivas, porque você já tem as...

    Lineu Mattos -

    " O sino bate... Desfaz meu silêncio. Pressinto o bronze vibrando. Energizando alquimias...

    Lineu Mattos -

      " Invisível... Sou labaredas de emoção... Sou lágrimas Sou Paixão... Eis aí um...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Voou alguns quilômetros e mal sabia sobre o regressar do tempo, E com aquela morna noite...

    Lineu Mattos -

      " Lagrimas   Lagrimas curam esperanças São doces e vivas Misturam-se a...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Ela se vestiu de purpura, Perfumou-se de rosas. Deixou uma mensagem pura, Como se fosse...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Cala-me o desejo de estar em ti, Soa-me um grito surdo de vontade. O berrar do prazer visceral...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    "quando tudo parece morto então tudo está vivo.‚"   Olá escuridão... Olá companheira...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Meu peito diametralmente quantificado, Por meus inteiros desejos em teus sonhos. O cortejo...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Insanidades! Foi-se o tempo do desprendimento, O sonho triste das tardes...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Família virtual...   Imensa família virtual, Confraria de emoções. Como um contínuo...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    A noite caia sobre o cais, Com sua cálida brisa de verão. O resplandecer da lua nos...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Eu correria mil quilômetros Só para estar com você Eu atravessaria oceanos Só para tocar sua...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Em meio ao barulho da multidão há paz, Límpida e aconchegante de um olhar fugaz. A...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Faço crasso de suas pernas Meu próprio Laço!L'(Max)

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Nos versos que me opõem,Nas fontes que me secam,Neste amargo sorriso,No tintilar das taças...

    Marilândia Marques Rollo -

      vagas arrebatadoras nuances de amores vividos que dos céus derivam em insondáveis...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Livre arbitre é interessante,Faz o futuro intrigante.Escolhi um caminho claro,Sem muitas...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Talvez,Se eu agisse de acordocom o que sinto e anseioE não ficasse nessa busca...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Entre as mais obscuras adegas, Jaz aquela deleitosa rainha. Fora deposta? Fora esquecida? Ou...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Caminharei por cada versoQue entornas sobre as linhasCurvarei cada curva desse parágrafoDe todas...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Ver dois pés entrelaçados, Um tão grande e outro pequeno, Muitas vezes ao ver, senti paz e...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Despiu-se da dor de outro dia indigesto, largado na poltrona da sala suja. Pegou-se no sentido...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Ao ler-te como veleiro me sinto, Consegues divagar meus sentidos, Mover meu coração... Navego...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Não que tenha encontrado um novo amor,  mas sim o encontro do velho amar  face...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Aqui ante o arauto de meus sonhos, Posso ainda ouvir o bater dos trilhos, O ranger do aço...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Nesta minha insistência de escrever, Nestes meus lapsos de um eterno ser. Rasgo os...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Meus olhos arenosos das leituras do dia, Puseram-se doídos após treze horas. Este...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Necessitando o fogo de uma exteriorização, Praguejando um nobre e sábio conceito, Uma...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Que queres de mim sábio mestre? Talvez as minhas certezas do que não sou. Ou apenas...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Veio com uma malandragem quase nata, Pôs em minhas costas marcas de pata. És pantera!ímpeto de...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Sono! Hoje senti aquele ardor, Que a muito não sentia. Os olhos vidrados e o...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Novo... É estranho sentir novamente! É bonito ser o sentido do sentido... Se é que faz...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Desconexo!!!   As labaredas de azul-anil, Deste magico alvorecer. Mal puderam...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Aquele olhar escondido, Como o espreitar de bandido. Um oceano de mistérios, Em que o...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Nada que se escreve se deve. Os pratos e taças sobre a mesa de jantar, Nada acusam além da...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Como cadelas no cio elas disputaram meu amor. Rosnaram sobre os ventos, Profanaram meus...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Daqui ouve-se o mar, Com rugir melancólico. Uma gordurosa maresia ao ar, Em um vai e...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Estou aqui só, E só vejo-me quando só. O bater em meu peito, É sombra de uns momentos, É sopro...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    O cintilar de teus lindos olhos verdes,Que teimoso insisto em chamar de azuis.Encanta e vícia...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Hoje sou a escuridão, Sou o medo dos próximos passos. Hoje sou o ódio, Sou o ópio de meus...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    A cíclicidade dessa vida me fascina, Vira e roda como filtro de piscina. Foi um dia e será...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Esse nosso sentido de estar, Clama nossa alma a renegar. Nosso sentimento entregue, Como...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Nada é do poeta. Ou quase nada! Tudo é de quem o inspirou. Tudo é do que o inspirou. O...

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

        Em sorriso és breve,Alma quente e leve.Perfume de flores,Aguça teus sabores.Mágica...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Prenuncio de um novo alvorecer, Postado no velho entardecer. A mente a...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Arte: A Caravela - L´(max) 25/05/2005 - Arte Digital - 1024 x 768 pixels 72 x 72 dpi 24Bit...

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      Vida. Por que és tão ingrata para conosco? Não vedes nos corações já o amor tão pouco? E...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Ei! O que você vê no fundo de meus olhos? Meus olhos verdes que muito já viram. E que muito...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

      Vontade incontrolável de você. Saudade indomável em meu ser. Dores da distância e da...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Amar com toda a intensidade. Dádiva que me cativa, Em seu véu de ilusões. Sinto o torpor das...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Emudecida e extasiada. Encontra-se minha alma, Perante a intensidade de sua presença. Magnitude...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    L`(Max) - Luciano Petricelli -

    Nunca deixe de pensar. Nunca deixe de sonhar. Hoje estas em outros caminhos, Sabemos que estes...

    L`(Max) - Luciano Petricelli -

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    O_Lamento_das_Ruelas_Sombrias

    Há muito tempo, numa cidade esquecida pelo tempo e pela civilização, vivia um homem chamado Benjamin. Sua vida era tranquila e rotineira, até que pesadelos sombrios começaram a assombrar seu sono. No início, eram apenas imagens confusas, mas logo esses pesadelos se tornaram cada vez mais vívidos e aterrorizantes.

    Em seus sonhos, Benjamin se via vagando por ruelas estreitas e muradas de pedra. O ambiente era sufocante, e a escuridão era tão densa que ele mal conseguia enxergar um palmo à sua frente. Os sons da cidade desapareciam, substituídos apenas pelo eco de seus próprios passos.

    À medida que Benjamin explorava essas ruelas sinistras, ele começou a perceber algo ainda mais perturbador. As paredes de pedra ganhavam vida, como se fossem membranas vivas que se retorciam e se contorciam. Delas emergiam criaturas grotescas, metade humanas, metade demoníacas, com olhos vermelhos que brilhavam como brasas no escuro.

    Essas criaturas estendiam mãos ossudas e retorcidas em direção a Benjamin, tentando agarrá-lo e puxá-lo para dentro das sombras. Ele podia sentir o toque gélido de suas mãos, como se a morte em si o estivesse alcançando.

    No início, Benjamin acreditava que tudo aquilo não passava de sonhos perturbadores, mas logo percebeu que esses pesadelos tinham um efeito real sobre ele. Marcas de arranhões e contusões começaram a aparecer em seu corpo, como se ele realmente estivesse enfrentando essas criaturas nas sombras.

    O terror se tornou insuportável, e Benjamin viu sua saúde mental se deteriorar rapidamente. Ele começou a evitar o sono a todo custo, mas a exaustão finalmente o venceu, e ele adormeceu mais uma vez, mergulhando nas ruelas muradas de pedra.

    Desesperado, Benjamin começou a investigar a história obscura de sua cidade e descobriu que, séculos atrás, aquele lugar havia abrigado uma seita demoníaca. Essa seita realizava rituais profanos nas ruelas, invocando demônios para obter poder e imortalidade.

    Ele suspeitava que esses demônios, banidos pelo tempo, estavam agora tentando retomar seu domínio sobre a cidade, usando-o como um portal para o mundo dos vivos.

    Decidido a enfrentar seus medos e salvar sua sanidade, Benjamin retornou aos pesadelos. Ele caminhou corajosamente pelas ruelas escuras, encarando as criaturas demoníacas. Ele gritou palavras de poder que encontrara nos antigos registros e, para sua surpresa, as criaturas recuaram, como se temessem o que ele representava.

    Com a força de sua determinação, Benjamin conseguiu selar as ruelas sombrias e banir as criaturas demoníacas de seus pesadelos. Quando acordou naquela manhã, as marcas em seu corpo haviam desaparecido, e ele sabia que estava finalmente livre do pesadelo que o assombrara.

    Benjamin nunca mais teve os sonhos terríveis, mas nunca esqueceu as ruelas sombrias e as criaturas demoníacas que habitavam seus pesadelos. Ele sabia que, em algum lugar nas profundezas da mente humana, a escuridão sempre espreitava, esperando a oportunidade de emergir.

    Os anos se passaram, e Benjamin tentou levar uma vida normal, afastando-se dos horrores que havia enfrentado em seus pesadelos. Ele se casou, teve filhos e construiu uma vida feliz. No entanto, as lembranças daquelas ruelas muradas de pedra e das criaturas demoníacas nunca o abandonaram completamente.

    Quando Benjamin envelheceu, ele começou a sentir que algo sombrio se aproximava. Sussurros na escuridão, sombras dançantes nas paredes e a sensação de que as paredes de sua mente estavam desmoronando o atormentavam constantemente. Ele sabia que os demônios estavam voltando.

    Uma noite, enquanto ele dormia, ele se viu mais uma vez nas ruelas sombrias. Desta vez, as criaturas demoníacas pareciam mais poderosas e sedentas de vingança. Elas cercaram Benjamin, rindo e sussurrando promessas de tormento eterno.

    Mas Benjamin não estava disposto a se render. Ele havia vivido uma vida inteira desde sua última visita às ruelas, e agora tinha a sabedoria da idade e a determinação de um homem que já enfrentara o pior dos pesadelos.

    Ele enfrentou as criaturas, brandindo a coragem que havia acumulado ao longo dos anos. Gritou palavras de poder e resistência, desafiando os demônios que o cercavam. As ruelas muradas de pedra começaram a tremer, as criaturas recuaram, e Benjamin soube que havia novamente triunfado sobre o pesadelo.

    Quando acordou na manhã seguinte, ele sentiu uma sensação de paz que há muito tempo não experimentava. Ele sabia que as criaturas demoníacas não o assombrariam mais. Benjamin havia aprendido que a coragem e a determinação podem superar os horrores mais profundos da mente humana.

    À medida que o tempo passava, Benjamin envelheceu e, eventualmente, fechou os olhos para o sono final. Ele partiu deste mundo em paz, sabendo que havia enfrentado seus piores medos e emergido vitorioso.

    As ruelas muradas de pedra e as criaturas demoníacas que o atormentavam em seus pesadelos ficaram para trás, perdidas nas sombras do passado. Benjamin deixou para trás uma lição de coragem e resiliência, um testemunho de que, mesmo nos terrores mais profundos, o espírito humano pode encontrar a luz. E assim, a cidade esquecida pelo tempo retomou sua calma, deixando para trás o lamento das ruelas sombrias.

    À medida que o tempo passava, as histórias de Benjamin se transformaram em lendas locais. As pessoas da cidade falavam sobre o homem que enfrentou demônios em seus pesadelos e emergiu vitorioso. Sua história tornou-se um lembrete de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a coragem e a força de vontade podem prevalecer.

    As ruelas muradas de pedra continuaram existindo, mas agora eram vistas com um certo respeito e temor. Ninguém se aventurava por essas ruelas à noite, temendo que os demônios pudessem retornar.

    Os anos se passaram, gerações vieram e se foram, mas a história de Benjamin permaneceu viva na memória da cidade. Sua coragem e determinação se tornaram um legado que inspirou muitos a enfrentar seus próprios medos.

    As ruelas muradas de pedra, outrora sombrias e aterrorizantes, agora eram lembradas como um lugar onde um homem enfrentou o pior dos terrores e emergiu como um herói. A cidade esquecida pelo tempo encontrou uma nova identidade, uma cidade de coragem e esperança, graças a Benjamin e à sua incrível jornada.

    E assim, as sombras que um dia ameaçaram engolir Benjamin e sua cidade foram banidas para sempre. Eles aprenderam que, mesmo nos pesadelos mais aterrorizantes, há uma luz que pode brilhar, uma força interior que pode nos guiar através das trevas.

    A história de Benjamin permaneceu como um conto de terror e triunfo, uma lição de que, quando confrontamos nossos maiores medos, podemos emergir mais fortes do que nunca. E a cidade esquecida pelo tempo, agora lembrada como a cidade do herói Benjamin, continuou sua existência, cercada pela lembrança do homem que enfrentou os demônios de seus pesadelos e emergiu como um exemplo de coragem e determinação.

    A cidade continuou a prosperar, agora como um local de turismo histórico. As ruelas muradas de pedra tornaram-se uma atração, embora poucos soubessem a verdadeira história por trás delas. Para a maioria, eram apenas becos antigos e pitorescos, com uma aura de mistério que atraía visitantes de todos os lugares.

    Os moradores locais compartilhavam a história de Benjamin com os visitantes, acrescentando um toque de emoção às visitas noturnas pelas ruelas. O lugar havia sido transformado em uma espécie de atração de terror, onde os turistas se aventuravam nas ruelas escuras, esperando encontrar algum vestígio do passado sobrenatural da cidade.

    Contudo, a cidade havia realmente mudado. A presença de Benjamin, mesmo depois de sua morte, ainda pairava sobre as ruelas e sobre as pessoas. Sua coragem havia deixado uma marca indelével, inspirando gerações a enfrentar seus próprios medos.

    À medida que a cidade crescia, a lenda de Benjamin crescia com ela. Filmes, livros e peças de teatro foram inspirados por sua história, e sua figura se tornou um símbolo de bravura contra o desconhecido.

    O antigo pesadelo que o havia atormentado e ameaçado sua sanidade agora era parte integrante da história da cidade. As ruelas muradas de pedra, uma vez o palco de terrores inimagináveis, eram agora um local de celebração da coragem humana.

    O lamento das ruelas sombrias havia se transformado em um hino de triunfo sobre o medo. A cidade esquecida pelo tempo havia encontrado sua voz, e essa voz era a de Benjamin, o homem que enfrentou demônios em seus pesadelos e emergiu como um herói.

    E assim, a cidade continuou sua jornada, lembrando-se sempre de que, mesmo nas noites mais escuras, a luz da coragem pode brilhar intensamente. Benjamin se tornou um mito, uma inspiração, e a cidade que um dia foi assombrada por demônios agora era iluminada pela esperança e pela determinação de um homem corajoso que enfrentou o inimaginável. Seu legado perdurou, uma história de triunfo sobre o terror, uma história que nunca seria esquecida.

    Ou seria!?

    Muitos anos se passaram desde os eventos que tornaram Benjamin uma lenda na cidade esquecida pelo tempo. A cidade havia se transformado em um destino turístico popular, e a história de coragem e triunfo de Benjamin era conhecida por todos. No entanto, ninguém mais acreditava nos antigos demônios que uma vez assombraram as ruelas muradas de pedra.

    Mas a curiosidade sempre encontrava um caminho, especialmente entre os jovens. Um grupo de estudantes universitários, ávidos por aventura e buscando algo novo para explorar, ouviu falar das lendas de Benjamin durante uma aula de história local. Eles ficaram fascinados pela história do homem que enfrentou demônios em seus pesadelos e decidiram fazer uma visita à cidade para estudar mais a fundo essas lendas.

    O grupo de jovens se conheceu na universidade, onde compartilhavam aulas e interesses comuns. Cada um deles tinha sua própria paixão e área de estudo, mas uma coisa os unia: uma curiosidade insaciável e um espírito aventureiro.

    Amanda, a líder do grupo, era uma estudante de biologia. Ela era conhecida por sua coragem e habilidades de liderança desde o início de seus estudos. Seu interesse pela natureza e sua determinação em explorar lugares desconhecidos eram contagiantes.

    Lucas, o mais forte do grupo, estava cursando educação física. Ele era o tipo de pessoa que sempre estava disposta a ajudar os outros e a proteger seus amigos. Sua força física era impressionante, e ele se tornou o guardião do grupo.

    Sofia era a estudante de história que trouxera à tona a história de Benjamin durante uma aula sobre lendas locais. Ela era apaixonada por descobrir histórias esquecidas e mitos antigos. Sua curiosidade sobre as lendas locais foi o que inspirou o grupo a investigar as ruelas muradas de pedra.

    Pedro era um estudante de psicologia e sempre mantinha uma abordagem cética diante de situações sobrenaturais. No entanto, sua mente analítica também o tornou um solucionador de problemas valioso quando confrontados com o desconhecido.

    Isabela, uma estudante de artes, era a mais tranquila do grupo. Ela era uma observadora talentosa e tinha uma habilidade única para encontrar beleza nas coisas mais simples. Sua calma era reconfortante para os outros membros durante momentos de tensão.

    Rafael, um estudante de engenharia, era conhecido por sua atenção aos detalhes. Ele era o observador do grupo, sempre notando coisas que os outros poderiam perder. Sua mente analítica seria crucial na jornada que estavam prestes a empreender.

    Foi durante uma conversa casual após as aulas que Sofia mencionou a história de Benjamin e as ruelas muradas de pedra. O grupo imediatamente ficou intrigado e decidiu que investigar essas lendas seria uma aventura emocionante. Eles reuniram suas habilidades únicas e se prepararam para a viagem que mudaria suas vidas para sempre.

    Assim, o grupo de jovens se uniu não apenas pela curiosidade, mas também pela amizade e pelo desejo compartilhado de explorar o desconhecido. O que começou como uma investigação acadêmica logo se transformaria em uma batalha pela sobrevivência, com cada um deles contribuindo com suas habilidades e coragem para enfrentar os horrores das ruelas muradas de pedra.

    O grupo de jovens chegou à cidade com entusiasmo e empolgação. Eles exploraram as ruelas muradas de pedra durante o dia, tirando fotos e ouvindo as histórias contadas pelos moradores locais. No entanto, eles estavam em busca de algo mais do que apenas lendas; eles queriam encontrar evidências concretas dos demônios que Benjamin havia enfrentado.

    Em uma noite escura e tempestuosa, enquanto exploravam as ruelas, o grupo de jovens se deparou com uma pedra que parecia estranhamente fora do lugar. Era uma pedra grande e pesada, com inscrições antigas que ninguém conseguia entender. A curiosidade os dominou, e eles decidiram movê-la, revelando uma passagem estreita e escura que levava mais fundo nas ruelas.

    Sem pensar nas consequências, eles seguiram a passagem, suas lanternas iluminando o caminho à frente. À medida que avançavam, a atmosfera ficava cada vez mais opressiva, e os sons da cidade desapareciam gradualmente. Eles não tinham ideia de que estavam seguindo o mesmo caminho que Benjamin havia enfrentado em seus pesadelos.

    Quando finalmente alcançaram o coração das ruelas muradas de pedra, o grupo de jovens sentiu uma presença sombria ao seu redor. Sombras sinistras começaram a dançar nas paredes de pedra, e eles ouviram sussurros ininteligíveis ecoando nos corredores estreitos.

    Foi quando as criaturas demoníacas emergiram das paredes, tão reais quanto nos pesadelos de Benjamin. Elas tinham olhos vermelhos brilhantes, e suas mãos ossudas se estendiam em direção aos jovens, tentando puxá-los para as sombras.

    O pânico se instalou no grupo, e eles correram desesperadamente pelas ruelas escuras, tentando encontrar uma saída. Mas as criaturas demoníacas eram implacáveis, e o terror que Benjamin havia enfrentado agora estava acontecendo com eles.

    Eles perceberam tarde demais que haviam libertado algo terrível ao mover a pedra. As ruelas muradas de pedra, uma vez seladas pelo herói do passado, agora estavam abertas novamente, e o terror que havia sido contido por tanto tempo estava se espalhando para o mundo dos vivos.

    A cidade, que há muito tempo havia esquecido os horrores do passado, estava agora novamente sob a ameaça dos demônios. E tudo isso aconteceu por causa da curiosidade imprudente de um grupo de jovens que buscava explorar lendas antigas.

    Enquanto as criaturas demoníacas os cercavam nas ruelas escuras, o grupo de jovens se perguntou se poderia haver alguma maneira de selar novamente o portal para o mundo dos demônios. Mas, por enquanto, estavam presos nas ruelas muradas de pedra, enfrentando o mesmo terror que Benjamin havia enfrentado décadas atrás.

    À medida que as criaturas demoníacas cercavam o grupo de jovens nas ruelas escuras e estreitas, o pânico se transformou em determinação. Eles sabiam que precisavam lutar para sobreviver, assim como Benjamin havia feito décadas atrás.

    As criaturas demoníacas, agora visíveis na luz das lanternas, eram grotescas e aterrorizantes. Com olhos vermelhos brilhantes, pele pálida e garras afiadas, elas se moviam como sombras vivas. Suas vozes eram um sussurro angustiante que ecoava nas ruelas estreitas.

    Amanda gritou ordens para o grupo se separar, na esperança de que pudessem encontrar uma maneira de escapar ou de selar novamente o portal. Cada um dos jovens enfrentou seu próprio pesadelo enquanto lutava contra as criaturas.

    Lucas, com força bruta, empurrou algumas das criaturas para longe, usando pedaços de madeira que encontrou no chão como arma improvisada. Ele conseguiu proteger Sofia, que estava pesquisando freneticamente em seu celular em busca de informações sobre como enfrentar os demônios.

    Pedro, ainda cético, recuou até uma parede, mas logo percebeu que não havia para onde correr. Ele pegou uma das lanternas e começou a direcionar a luz para as criaturas, descobrindo que a luz as enfraquecia temporariamente.

    Isabela encontrou um beco apertado e conseguiu se esconder nas sombras, onde as criaturas tinham dificuldade em encontrá-la. Ela percebeu que as criaturas eram cegas à luz e começou a criar distrações usando sua lanterna, permitindo que os outros escapassem.

    Rafael, observando atentamente, notou que havia uma pedra com inscrições estranhas semelhante àquela que haviam movido para entrar nas ruelas. Ele deduziu que essa pedra poderia ser usada para selar novamente o portal. Com cuidado, ele se aproximou dela, enfrentando as criaturas que o cercavam.

    A batalha nas ruelas muradas de pedra era feroz, com os jovens lutando pela própria sobrevivência. Infelizmente, nem todos sobreviveram. Enquanto Amanda liderava o grupo na luta, ela foi cercada por várias criaturas e não conseguiu escapar de suas garras.

    Amanda era a líder natural do grupo, não apenas por sua coragem e determinação, mas também por sua habilidade em manter a calma em situações de crise. Ela era uma jovem de cabelos escuros e olhos determinados, cuja presença inspirava confiança nos outros.

    Sua coragem não era apenas física; era emocional. Amanda sabia como lidar com o medo, transformando-o em determinação. Ela havia enfrentado desafios difíceis em sua vida antes, e essas experiências a tornaram resiliente. Ela não hesitava em tomar decisões difíceis quando necessário, e sua liderança era admirada pelo grupo.

    Durante a batalha nas ruelas escuras, Amanda estava na linha de frente, enfrentando as criaturas demoníacas com destemor. Ela usava pedaços de madeira como arma, defendendo seus amigos com habilidade. Sua voz firme e comandante ecoava pelas ruelas enquanto ela coordenava os movimentos do grupo.

    No entanto, a bravura de Amanda não significava que ela fosse insensível. Ela se preocupava profundamente com seus amigos e estava determinada a protegê-los a qualquer custo. Quando percebeu que estavam em perigo, ordenou que se separassem para aumentar suas chances de sobrevivência.

    A tragédia que se abateu sobre Amanda quando ela foi cercada pelas criaturas não apenas abalou o grupo, mas também mostrou sua humanidade. Ela era corajosa, mas não invulnerável. Sua perda se tornou um lembrete doloroso da gravidade da situação e da luta que enfrentavam.

    Enquanto o grupo continuava sua batalha, a memória de Amanda os impulsionava a lutar com ainda mais determinação. Ela se tornara um símbolo de coragem e liderança, e o grupo estava determinado a honrar seu legado, não apenas sobrevivendo a essa terrível noite, mas também selando novamente o portal e protegendo a cidade que agora estava novamente ameaçada pelo terror das ruelas muradas de pedra.

    Com coragem e determinação, o restante do grupo continuou a luta, com o objetivo de selar o portal e evitar que mais criaturas saíssem. Enquanto Rafael estudava as inscrições na pedra, ele percebeu que precisava de uma combinação específica para selar o portal novamente.

    E assim, a batalha nas ruelas escuras e muradas continuou, com os jovens enfrentando seus piores medos enquanto lutavam contra as criaturas demoníacas. O destino da cidade esquecida pelo tempo estava nas mãos deles, e o desfecho dessa batalha ainda era incerto.

    Lucas, o mais forte e protetor do grupo, estava ao lado de Sofia quando as criaturas demoníacas emergiram das sombras nas ruelas muradas de pedra. Ele sabia que sua prioridade era garantir a segurança de seus amigos, especialmente Sofia, que estava pesquisando freneticamente em seu celular em busca de informações sobre como enfrentar os demônios.

    As criaturas avançavam lentamente, seus olhos vermelhos brilhando com uma intensidade aterrorizante. Lucas pegou um pedaço de madeira que encontrou no chão e se posicionou na frente de Sofia, pronto para protegê-la a todo custo.

    Com um rugido de determinação, ele começou a enfrentar as criaturas. Usando o pedaço de madeira como uma espécie de clava improvisada, ele desferiu golpes fortes, afastando algumas das criaturas que se aproximavam. Ele usava sua força física para manter as criaturas à distância, permitindo que Sofia continuasse sua pesquisa.

    Sofia estava absorta em seu celular, buscando freneticamente qualquer informação que pudesse ajudar o grupo a enfrentar os demônios. Ela encontrou relatos antigos que descreviam rituais de selamento usados no passado para conter as criaturas. Parecia que o portal para o mundo dos demônios poderia ser selado novamente, mas exigiria uma combinação específica de palavras e gestos.

    Enquanto Lucas lutava com as criaturas, Sofia compartilhou suas descobertas com o grupo. Eles perceberam que a pedra com inscrições estranhas que Rafael havia encontrado poderia ser a chave para selar o portal. Mas para fazer isso, eles precisavam descobrir a combinação correta.

    Lucas continuou a enfrentar as criaturas, mantendo-as afastadas com sua coragem e força. Sua determinação inspirou os outros membros do grupo a lutar com ainda mais vigor. Eles sabiam que estavam em uma batalha pela própria sobrevivência e pela segurança da cidade.

    A batalha com as criaturas demoníacas continuou a rugir nas ruelas muradas de pedra, com Lucas e os outros membros do grupo enfrentando seus medos mais profundos. Enquanto isso, eles trabalhavam incansavelmente para descobrir a combinação que selaria novamente o portal e impediria que mais criaturas emergissem. A coragem de Lucas e a determinação de Sofia eram fundamentais para sua luta contra o desconhecido e a escuridão que os cercava.

    Rafael, junto com Pedro e Isabela, enfrentava uma situação crítica enquanto as criaturas demoníacas avançavam sobre eles nas ruelas muradas de pedra. Enquanto Pedro tentava manter as criaturas afastadas com a luz de sua lanterna, Rafael estava focado em decifrar as inscrições na pedra que encontraram.

    As inscrições eram complexas e antigas, mas Rafael era habilidoso em lidar com detalhes intricados. Ele estudou cada símbolo e cada linha, tentando encontrar algum padrão ou significado oculto. A pressão era intensa, pois o grupo dependia de suas habilidades para selar o portal e impedir que mais criaturas saíssem.

    Depois de momentos de concentração intensa, Rafael começou a perceber um padrão nas inscrições. Ele notou que certas palavras e símbolos eram repetidos em intervalos regulares. Isso o levou a acreditar que essas palavras e símbolos eram parte da combinação necessária para selar o portal.

    Rafael compartilhou suas descobertas com Pedro e Isabela, que estavam lutando para manter as criaturas à distância. Eles começaram a recitar as palavras e a fazer os gestos correspondentes de acordo com as inscrições. Enquanto o faziam, uma energia estranha começou a preencher o ar.

    Foi nesse momento que algo incrível aconteceu. As inscrições na pedra começaram a brilhar intensamente, lançando uma luz poderosa que afastou as criaturas demoníacas temporariamente. Mas o mais surpreendente foi o que aconteceu em seguida.

    Do meio da luz brilhante, emergiu uma figura etérea. Era o espírito de Benjamin, o homem que havia enfrentado as mesmas criaturas décadas atrás. Seu rosto estava sério, mas seus olhos transmitiam sabedoria e determinação.

    A presença do espírito de Benjamin trouxe uma nova esperança ao grupo enquanto eles se preparavam para a batalha final contra as criaturas demoníacas nas ruelas muradas de pedra. Rafael, Pedro, Isabela e Benjamin estavam prontos para enfrentar o mal que os assombrava.

    As criaturas demoníacas, enfurecidas pela tentativa de selar o portal, avançaram com fúria renovada. Suas garras e presas brilhavam no escuro, e seus olhos vermelhos lançavam um brilho ameaçador. Era uma visão aterradora, mas o grupo estava determinado a prevalecer.

    Benjamin liderou o grupo com coragem, enfrentando as criaturas com uma determinação que vinha de décadas de luta. Ele era ágil e conhecia os movimentos das criaturas, desviando de seus ataques e atacando com precisão quando tinha a oportunidade.

    Rafael, Pedro e Isabela lutaram ao lado de Benjamin, cada um usando suas habilidades únicas. Rafael, com sua atenção aos detalhes, identificou pontos fracos nas criaturas e orientou o grupo sobre onde atacar. Pedro usava sua lanterna para afastar as criaturas temporariamente, aproveitando a luz para enfraquecê-las. Isabela, com sua calma inabalável, mantinha o foco e a concentração, evitando o pânico.

    A batalha era intensa e caótica. O grupo se movia em perfeita sincronia, enfrentando as criaturas com uma combinação de força, estratégia e determinação. As palavras sagradas que Benjamin havia compartilhado com eles ecoavam pelas ruelas, causando desconforto nas criaturas demoníacas.

    À medida que a batalha se desenrolava, Benjamin compartilhava sua sabedoria sobre as criaturas e suas fraquezas. Ele explicou como as criaturas eram vulneráveis a certos gestos e palavras, revelando segredos que ele havia descoberto em suas próprias lutas.

    Enquanto o grupo lutava, o espírito de Benjamin irradiava uma luz protetora, criando um escudo temporário que mantinha as criaturas à distância. Era como se ele estivesse canalizando seu conhecimento e poder para ajudar seus novos aliados.

    A batalha estava longe de ser fácil, e o grupo enfrentava desafios constantes. Alguns deles sofreram arranhões e cortes nas lutas corpo a corpo com as criaturas. Mas eles estavam determinados a vencer, a selar o portal e a proteger a cidade que agora conheciam tão profundamente.

    Enquanto a batalha chegava ao seu auge, o grupo estava determinado a aproveitar a orientação de Benjamin, sua coragem e sua sabedoria para superar as criaturas demoníacas e fechar definitivamente o portal. Suas vozes se uniam em palavras poderosas e gestos precisos, em uma luta que era uma combinação de força e magia, de humanidade e sobrenaturalidade, de passado e presente. Eles estavam decididos a triunfar, custasse o que custasse.

    Enquanto o grupo de Benjamin, Rafael, Pedro e Isabela lutava contra as criaturas demoníacas nas ruelas muradas de pedra, a situação parecia cada vez mais desesperadora. As forças malignas que haviam assombrado a cidade por décadas estavam concentradas, e as criaturas demoníacas pareciam inesgotáveis.

    Nesse momento crítico, quando a esperança parecia prestes a desvanecer, algo incrível aconteceu. Uma forte explosão ecoou pelo portal, fazendo as criaturas recuarem momentaneamente. Uma luz intensa irrompeu do portal, e o que emergiu era nada menos que um exército de seres angelicais.

    Esses seres celestiais eram magníficos, com asas de luz e armaduras resplandecentes. Eles emanavam uma energia divina que fez as criaturas demoníacas recuarem ainda mais, como se estivessem sendo consumidas pela pureza e pela luz.

    O líder dos seres angelicais, um ser de beleza e graça indescritíveis, olhou para o grupo com gentileza e determinação. Benjamin sorriu, reconhecendo a ajuda que havia chegado na hora certa.

    O exército angelical se uniu à batalha, lutando ao lado de Benjamin e dos jovens. Suas espadas de luz brilhante cortavam as criaturas demoníacas, enquanto suas asas formavam uma barreira protetora ao redor do grupo. As criaturas, agora superadas em número e força, não tinham chance contra essa aliança divina.

    A batalha que se seguiu foi feroz, com anjos e demônios colidindo em uma luta épica. As ruelas muradas de pedra estremeceram com o conflito, e o céu noturno se encheu de uma luz deslumbrante e sons de batalha. O grupo de jovens se juntou aos seres angelicais, lutando com coragem renovada.

    À medida que a batalha se desenrolava, ficava claro que o equilíbrio estava mudando. A presença divina dos anjos estava enfraquecendo as criaturas demoníacas, e o portal que as mantinha ligadas a esse mundo começou a se contrair.

    Benjamin, com um olhar de gratidão para o exército angelical, liderou o grupo em um último esforço para selar o portal de uma vez por todas. Com palavras e gestos precisos, eles canalizaram sua determinação e a energia dos anjos, fechando o portal e isolando as criaturas no mundo de onde vieram.

    Quando o portal finalmente se fechou, as ruelas muradas de pedra ficaram em silêncio. A batalha havia terminado, e a cidade estava finalmente livre do mal que a assombrava há décadas. Benjamin, os jovens e os anjos se olharam com um sentimento de realização e alívio. A cidade estava a salvo, graças à coragem, à sabedoria e à intervenção divina que haviam unido forças naquela noite.

    Com o portal finalmente selado, a escuridão que havia assombrado as ruelas muradas de pedra começou a se dissipar. Uma sensação de alívio se espalhou pelo grupo de Benjamin, Rafael, Pedro, Isabela e os seres angelicais.

    Os jovens e os anjos continuaram a recitar as palavras e realizar os gestos precisos que mantinham o portal fechado. Era um esforço conjunto, uma combinação de força de vontade, magia e determinação, que garantia que as criaturas demoníacas permanecessem confinadas em seu mundo sombrio.

    À medida que o portal se encolhia, a luz intensa que o acompanhava começou a diminuir. Benjamin olhou para seus novos aliados com gratidão e um sorriso de despedida. Ele sabia que seu papel na batalha havia terminado.

    Com um gesto suave, Benjamin se afastou do grupo e caminhou em direção à luz que brilhava além do portal. Ele estava voltando para o reino de luz, onde pertencia. Seus passos se tornaram mais leves e etéreos à medida que ele se aproximava da fronteira entre os mundos.

    O líder dos anjos acenou para Benjamin com um aceno respeitoso, reconhecendo sua bravura e sacrifício. O espírito de Benjamin olhou uma última vez para o grupo de jovens, seus olhos transmitindo gratidão e um desejo de que eles continuassem a proteger a cidade e a história que compartilhavam.

    Com um último sorriso, Benjamin atravessou o portal, desaparecendo na luz. O portal se fechou completamente, e as ruelas muradas de pedra recuperaram sua tranquilidade. As sombras e os pesadelos que as haviam assombrado por décadas haviam sido contidos, graças à coragem e à determinação do grupo de jovens e à intervenção dos seres angelicais.

    O grupo permaneceu em silêncio por um momento, refletindo sobre a incrível jornada que haviam vivido. Eles sabiam que essa aventura tinha mudado suas vidas para sempre e que agora tinham uma responsabilidade especial para com a cidade e sua história.

    Enquanto as estrelas brilhavam no céu noturno, o grupo de jovens olhou para as ruelas muradas de pedra, agora livres do mal que as assombrava. Eles compartilharam um compromisso silencioso de proteger esse segredo do passado e garantir que a cidade permanecesse em paz. Sua jornada continuaria, cheia de mistérios, amizade e a promessa de um futuro mais brilhante.

    No dia seguinte à batalha nas ruelas muradas de pedra, Rafael, Pedro e Isabela sentiram a necessidade de se reunirem em um lugar especial. Eles escolheram uma colina próxima à cidade, um local onde podiam olhar para a cidade que haviam ajudado a proteger e refletir sobre as incríveis reviravoltas que suas vidas haviam tomado.

    A colina oferecia uma vista panorâmica da cidade, e o céu estava claro e radiante naquele dia. Era como se a própria natureza estivesse celebrando a vitória sobre o mal. Eles se sentaram em círculo na grama macia, olhando para a cidade abaixo.

    Rafael começou a falar, lembrando a bravura de Amanda, a líder do grupo que os havia guiado com coragem e determinação. Ele falou sobre como ela os havia inspirado a enfrentar seus medos e acreditar em algo maior do que eles mesmos.

    Pedro compartilhou suas palavras, lembrando como Amanda os unira em busca de respostas e aventura. Ele falou sobre como eles haviam se tornado uma equipe, confiando uns nos outros e encontrando forças que nem sabiam que possuíam.

    Isabela, com sua calma e sabedoria, expressou sua gratidão por ter conhecido Amanda e por fazer parte de algo tão extraordinário. Ela falou sobre como o grupo agora tinha a responsabilidade de proteger a cidade e sua história para as gerações futuras.

    Enquanto eles compartilhavam suas lembranças e pensamentos, um vento suave balançava a grama ao redor deles. Era como se a própria cidade estivesse ouvindo e aprovando seus votos de proteção.

    Eles passaram horas ali, refletindo sobre o passado e olhando para o futuro. O compromisso deles com a cidade era agora mais forte do que nunca. Eles se comprometeram a manter viva a história das ruelas muradas de pedra, a proteger a cidade de qualquer ameaça e a passar adiante o legado de coragem e determinação que Amanda lhes deixara.

    Quando o sol começou a se pôr no horizonte, eles se levantaram da colina com uma sensação de propósito renovado. Sabiam que a jornada estava longe de terminar, mas estavam prontos para enfrentar o que viesse pela frente, unidos em amizade e determinação.

    Enquanto deixavam a colina, olharam uma última vez para a cidade, sabendo que estavam cumprindo uma missão especial. Eles eram os guardiões das ruelas muradas de pedra, os protetores de uma história que nunca deveria ser esquecida, e estavam determinados a cumprir esse papel com honra e coragem.

    O grupo deixou a cidade, mas sua conexão com os anjos e a experiência que compartilharam os transformaram em algo mais do que simples guardiões das ruelas muradas de pedra. Eles se tornaram os protetores do planeta, uma equipe conhecida como os "Guardiões da Luz."

    Seus destinos agora estavam ligados a uma missão maior: defender o mundo das forças do mal que espreitavam nas sombras. Eles aceitaram esse papel com humildade e determinação, sabendo que cada amanhecer traria novos desafios e aventuras.

    Enquanto a cidade, que eles agora deixavam para trás, continuaria sua trajetória, ignorando que a lenda antiga de Benjamin não era apenas uma história. A cidade viveria em paz, sem suspeitar do heroísmo silencioso que a havia salvado.

    E assim, os Guardiões da Luz partiram, prontos para enfrentar o desconhecido e proteger o mundo da escuridão. O que o futuro lhes reservava, eles não sabiam, mas estavam unidos em sua determinação de fazer a diferença.

    E assim, a pergunta permanece: Qual seria a próxima aventura dos Guardiões da Luz? Que desafios aguardariam por eles nas sombras da noite? Somente o tempo diria, enquanto continuavam sua jornada como os protetores da humanidade contra as forças do mal.

    **FIM**